#Primeiro exercício – Serie 1
Comecei com a série proposta pela Profª Paula Almozara, uma série de até 10 peças em formato até 10x10cm. Fiz 10 desenhos em grafite de 10 brincos, os primeiros eram brincos que tinham algum significado, o brinco que minha mãe gosta mais, os que usamos quando pequenos, questões mais singelas. Depois enveredei pelos modelos diversos de brincos e fui experimentando disposições, fazer e desfazer pares entre eles, usar uma luz mais intensa, ou mais amena.
Primeiro estava interessada em questões estéticas, nos arranjos geométricos e padrões visuais, mas que de alguma forma “enganem” o olhar. Não tentei criar uma ilusão de realidade ao fazer os desenhos, mas uma impressão de que todos são brincos mas não são iguais.
Com este exercício, outras questões surgiram e houve a necessidade de experimentar com uma serie fotográfica, disposições entre os brincos que não poderiam ser desenhadas, mas que seriam matéria-prima para os desenhos seguintes ou séries seguintes. A idéia inicial era de criar padrões, assim como os de papeis de parede, a partir daquelas fotos, estampas, explorar mais uma vez as possibilidades de arranjos visuais entre eles.
#Séries 2 e 3
Então mais duas series foram realizadas, uma só de arranjos e ensaios usando somente os brincos e alguns colares, procurei fotografá-los sobre fundo preto e sobre fundo branco. E a outra foi feita a partir desta, Serie 3, manipulando digitalmente, experimentei criar diversos padrões usando as fotos que produzi, procurei me afastar do referencial, experimentei alguns efeitos, alterando cores, fazendo sobreposições, etc.
Com os resultados destas duas series, me propus a começar a testar as impressões e formas de apresentação destas imagens, uma das idéias foi de produzir um painel com as imagens coladas como um lambe-lambe, gostaria de procurar um, lugar da cidade para fazer isso, expor em um espaço urbano, bastante movimentado. Quero usar papel colorido, e impressão usando somente preto e um acabamento simples.
Depois, farei alguns testes com ampliações, usar tanto o desenho como impressões de grandes formatos, e observar o impacto dessas imagens quando ampliadas.
O que? (introdução)
Pretendo instalar imagens de objetos pessoais formando padrões como um papel de parede, cobrindo uma parede do espaço expositivo – o espaço público - a obra poderá ser levada pelo visitante e se desfará até o final do período de exposição.
Serão imagens de objetos pessoais como brincos, acessórios em geral, imagens instaladas a partir de pequenos módulos, de modo que o visitante possa removê-los da parede e levá-los consigo.
Por quê? (justificativa)
Ao longo das experimentações que foram realizadas, percebi um interesse em retratar objetos pessoais, mas também em expor estes objetos cobrindo áreas grandes, e houve um ponto em que estas duas vontades não entravam em um só acordo. E apareceram outras questões sobre a exposição: O que e Como seria exposto? O que fazer depois da exposição? O que seria o produto após a exposição?
O exercício de realizar um lambe-lambe no centro da cidade com estas imagens, fez com que eu me questionasse sobre qual é a relação que este suporte (o lambe-lambe) constrói com o espaço urbano, que é seu espaço expositivo, e com o ambiente, ou seja, não só o espaço físico, a cidade como suporte, mas as pessoas e o tempo. O lambe-lambe tem uma duração limitada, assim como cartazes, e outdoors, as imagens ficam expostas e sujeitas à ação do tempo, e do homem. Ao mesmo tempo é uma materialidade que se desfaz, o que resta são somente registros e lembranças.
E se a rua é um espaço público, o exercício da arte urbana é se apropriar destes espaços, e propor algo que também é público, chama atenção para algo. E sendo o museu parte destes espaços, comecei a traçar uma relação entre objetos de uso pessoal, e o espaço público, que é de todos (e não de ninguém). O tamanho dos objetos com relação com o tamanho da área que será coberta, o período da exposição e o espaço. A possibilidade de levar uma parte de um todo, é como se apropriar de uma parte do museu, uma parte de um tempo.
Como? Onde? (metodologia)
Quando? (cronograma)
A apresentação final da obra será definida a partir dos resultados obtidos nos experimentos realizados, deste modo, me proponho a realizar os experimentos sobre locai, dimensões e suportes, registrar e observar resultados a fim de definir o formato final da obra.
Intervenções (planejar)
o Puc
o Ateliê Aberto
o Lambe-lambe na cidade (planejar)
Quanto? (orçamento)Levantar os custos a partir dos experimentos.
Pretendo instalar imagens de objetos pessoais formando padrões como um papel de parede, cobrindo uma parede do espaço expositivo – o espaço público - a obra poderá ser levada pelo visitante e se desfará até o final do período de exposição.
Serão imagens de objetos pessoais como brincos, acessórios em geral, imagens instaladas a partir de pequenos módulos, de modo que o visitante possa removê-los da parede e levá-los consigo.
Por quê? (justificativa)
Ao longo das experimentações que foram realizadas, percebi um interesse em retratar objetos pessoais, mas também em expor estes objetos cobrindo áreas grandes, e houve um ponto em que estas duas vontades não entravam em um só acordo. E apareceram outras questões sobre a exposição: O que e Como seria exposto? O que fazer depois da exposição? O que seria o produto após a exposição?
O exercício de realizar um lambe-lambe no centro da cidade com estas imagens, fez com que eu me questionasse sobre qual é a relação que este suporte (o lambe-lambe) constrói com o espaço urbano, que é seu espaço expositivo, e com o ambiente, ou seja, não só o espaço físico, a cidade como suporte, mas as pessoas e o tempo. O lambe-lambe tem uma duração limitada, assim como cartazes, e outdoors, as imagens ficam expostas e sujeitas à ação do tempo, e do homem. Ao mesmo tempo é uma materialidade que se desfaz, o que resta são somente registros e lembranças.
E se a rua é um espaço público, o exercício da arte urbana é se apropriar destes espaços, e propor algo que também é público, chama atenção para algo. E sendo o museu parte destes espaços, comecei a traçar uma relação entre objetos de uso pessoal, e o espaço público, que é de todos (e não de ninguém). O tamanho dos objetos com relação com o tamanho da área que será coberta, o período da exposição e o espaço. A possibilidade de levar uma parte de um todo, é como se apropriar de uma parte do museu, uma parte de um tempo.
Como? Onde? (metodologia)
Quando? (cronograma)
A apresentação final da obra será definida a partir dos resultados obtidos nos experimentos realizados, deste modo, me proponho a realizar os experimentos sobre locai, dimensões e suportes, registrar e observar resultados a fim de definir o formato final da obra.
Intervenções (planejar)
o Puc
o Ateliê Aberto
o Lambe-lambe na cidade (planejar)
Quanto? (orçamento)Levantar os custos a partir dos experimentos.
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